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domingo, outubro 05, 2008
segunda-feira, março 17, 2008
Até quando?
Os funcionários públicos que solicitem a licença extraordinária para trabalhar no sector privado vão manter o direito ao sistema de saúde ADSE. A informação é avançada pelo Diário de Notícias, que cita um despacho assinado pelo secretário de Estado da Administração Pública.
Esta lei tem como objectivo incentivar a saída de pessoas do sector público, que passam a poder continuar a beneficiar da ADSE.
O que muitos funcionários estarão a pensar é "Sim senhora, boa medida. Mas até quando é que esta licença extraordinária vai manter-se ?"
O Estado, quando a onda era contratar e não despedir funcionários públicos, prometeu segurança social, progresão automática, reformas mais cedo, entre outros. Era essa a vantagem do sector público em relação ao sector privado. O sector privado oferecia possibilidade de se subir mais na carreira, mas tinha mais riscos. O sector público pagava menos, mas dava mais segurança.
O Estado mentiu. Mexeu nos projectos das pessoas, a meio das carreiras, rompendo o laço de confiança que fazia do Estado uma "pessoa de bem". Por isso agora é normal haver desconfiança em relação ao que o Estado diz. Esta lei parece atractiva, mas nada garante que não seja desrespeitada daqui a uns anos, até por governos da mesma cor política.
É este um dos males das políticas que mudam contratos a meio do seu cumprimento: deixa de haver confiança em tudo o que o Estado disser ou assinar.
Pior ainda é quando parece que a lei já foi feita a pensar na sua futura anulação.
Esta lei tem como objectivo incentivar a saída de pessoas do sector público, que passam a poder continuar a beneficiar da ADSE.
O que muitos funcionários estarão a pensar é "Sim senhora, boa medida. Mas até quando é que esta licença extraordinária vai manter-se ?"
O Estado, quando a onda era contratar e não despedir funcionários públicos, prometeu segurança social, progresão automática, reformas mais cedo, entre outros. Era essa a vantagem do sector público em relação ao sector privado. O sector privado oferecia possibilidade de se subir mais na carreira, mas tinha mais riscos. O sector público pagava menos, mas dava mais segurança.
O Estado mentiu. Mexeu nos projectos das pessoas, a meio das carreiras, rompendo o laço de confiança que fazia do Estado uma "pessoa de bem". Por isso agora é normal haver desconfiança em relação ao que o Estado diz. Esta lei parece atractiva, mas nada garante que não seja desrespeitada daqui a uns anos, até por governos da mesma cor política.
É este um dos males das políticas que mudam contratos a meio do seu cumprimento: deixa de haver confiança em tudo o que o Estado disser ou assinar.
Pior ainda é quando parece que a lei já foi feita a pensar na sua futura anulação.
segunda-feira, fevereiro 11, 2008
Como disse?
Jornalista da SIC, numa reportagem sobre os vencedores do ano passado do Campeonato Nacional da Língua Portuguesa:
"O vencedor da categoria Menores de Quinze Anos, foi (...), com treuze anos"
E na categoria "ironia involuntária"?
"O vencedor da categoria Menores de Quinze Anos, foi (...), com treuze anos"
E na categoria "ironia involuntária"?
domingo, fevereiro 10, 2008
Não há Palavras Caras - Futebol
Percebo muito pouco, fica o aviso .
Onze jogadores por cada equipa, um deles numa baliza .
Duas equipas .
O estádio .
O publico .
Os árbitros .
E a bola . Ah, para esta ha' pano para mangas . Tem que ter um certo peso (entre 410g e 450g), um diametrozinho jeitoso (22cm), uma marca que custa dinheiro só de pensar nela e que não pode sair á rua sem segurança . É pior que as exigências para ser modelo, mas no fim serve para andar ao pontapé . E bem, no campo estão 22 homens dispostos a isso . Afinal é um emprego como outro qualquer, passar os dias a jogar á bola . Mas eu nunca vi 90 minutos de um homem de talho cortar bifes passar em horário nobre na TVI .
É este jogo (o futebol, não os bifes) que faz com que o país páre para olhar, é o que todos os portugueses têm em comum, aquela bola cheia de mariquices . E liga classes sociais !
Para o futebol ser vivido a sério há dois adereços . O cachecol e a cerveja . Quem é o homem que, se não está no estádio com uma grade, não está no sofá com uma na mão e o cachecol ao pescoço a gritar para os árbitros ? Ou numa esplanada para ouvir os bitaques dos companheiros ? Já se tornou numa questão de masculinidade e quem não gosta de futebol não é homem, pura e simplesmente . É crónico, deve vir no cromossoma Y ou assim .
Mas depois há as corrupções, as mentiras, os erros no desporto rei, e é aí que se prova que jogar á boa deixou de ser um desporto . É já um negócio de milhões e os jogos são como reuniões de negócios . Agora desporto é que não, por amor de Des, nem nós queremos cá disso .
Onze jogadores por cada equipa, um deles numa baliza .
Duas equipas .
O estádio .
O publico .
Os árbitros .
E a bola . Ah, para esta ha' pano para mangas . Tem que ter um certo peso (entre 410g e 450g), um diametrozinho jeitoso (22cm), uma marca que custa dinheiro só de pensar nela e que não pode sair á rua sem segurança . É pior que as exigências para ser modelo, mas no fim serve para andar ao pontapé . E bem, no campo estão 22 homens dispostos a isso . Afinal é um emprego como outro qualquer, passar os dias a jogar á bola . Mas eu nunca vi 90 minutos de um homem de talho cortar bifes passar em horário nobre na TVI .
É este jogo (o futebol, não os bifes) que faz com que o país páre para olhar, é o que todos os portugueses têm em comum, aquela bola cheia de mariquices . E liga classes sociais !
Para o futebol ser vivido a sério há dois adereços . O cachecol e a cerveja . Quem é o homem que, se não está no estádio com uma grade, não está no sofá com uma na mão e o cachecol ao pescoço a gritar para os árbitros ? Ou numa esplanada para ouvir os bitaques dos companheiros ? Já se tornou numa questão de masculinidade e quem não gosta de futebol não é homem, pura e simplesmente . É crónico, deve vir no cromossoma Y ou assim .
Mas depois há as corrupções, as mentiras, os erros no desporto rei, e é aí que se prova que jogar á boa deixou de ser um desporto . É já um negócio de milhões e os jogos são como reuniões de negócios . Agora desporto é que não, por amor de Des, nem nós queremos cá disso .
sábado, janeiro 05, 2008
Que acabe o rally da vergonha
Além disso, pelo que representa, o Dakar deve ser banido. O rally Dakar é o equivalente a comer bolos alarvamente em frente a um mendigo esfomeado. Pior: depois disso, matamos o mendigo ou os seus filhos.
África é o continente mais pobre e a Europa é o continente mais próspero. É um ultraje o dinheiro que se gasta em África para entertenimento dos europeus, em vez de se gastar na sobrevivência dos africanos. É abjecto ter publicidade a grandes empresas ao lado da extrema pobreza.
Que esta edição falhada (pelos piores motivos) seja uma oportunidade para se acabar com a exibição de neo-colonialismo e morte que é o Rally Dakar.
terça-feira, novembro 13, 2007
Ainda as eleições para a Associação de Estudantes
A JSD é amiga.
Deu 50€ a cada lista. Assim conseguiu:
- Garantir que vai ter a AE da Henriques Nogueira com uma lista afecta à JSD.
- Fazer uma campanha barata de marketing, entre os jovens da Henriques Nogueira.
- Fazer com que os colaboradores afectos à JCP saíssem das listas (alguns...)
- Ganhar a simpatia de alguns estudantes, numa escola de tradição de esquerda.
A lista B inclusivamente tem cartazes que são iguais a um cartaz da JSD, com o símbolo da lista a substituir o símbolo da JSD. E o líder é membro da JSD... a lista alfa promete que a AE será "um espaço de (...) informação cultural, política, (...)".
Enfim... propaganda barata, onde não devia haver propaganda...
Amanhã é o dia de reflexão e na quinta vai-se a votos. Das duas, a Alfa é claramente a melhor, com maior capacidade de organização e melhores ideias... mas sou capaz de votar em branco, dada a promiscuidade com a JSD.
Deu 50€ a cada lista. Assim conseguiu:
- Garantir que vai ter a AE da Henriques Nogueira com uma lista afecta à JSD.
- Fazer uma campanha barata de marketing, entre os jovens da Henriques Nogueira.
- Fazer com que os colaboradores afectos à JCP saíssem das listas (alguns...)
- Ganhar a simpatia de alguns estudantes, numa escola de tradição de esquerda.
A lista B inclusivamente tem cartazes que são iguais a um cartaz da JSD, com o símbolo da lista a substituir o símbolo da JSD. E o líder é membro da JSD... a lista alfa promete que a AE será "um espaço de (...) informação cultural, política, (...)".
Enfim... propaganda barata, onde não devia haver propaganda...
Amanhã é o dia de reflexão e na quinta vai-se a votos. Das duas, a Alfa é claramente a melhor, com maior capacidade de organização e melhores ideias... mas sou capaz de votar em branco, dada a promiscuidade com a JSD.
quarta-feira, novembro 07, 2007
A Blogotinha lançou-nos um desafio, fazer um post em que apresentássemos 3 filmes e os relacionaríamos com um tema. Tal como ela, escolhemos a educação, apesar de nos terem sido roubadas 3 excelentes escolhas. Assim, escolhi 3 filmes que gosto de usar em aula:
1. Il Postino, de Michael Radford, para falar de poesia (il mondo intero é la metáfora di qualcosa)
2. The lord of the rings, para falar do sentido do épico (ride out with me)
3. Kids, de Larry Clark, para aulas de choque em formação cívica (educação sexual)
Lançamos o desafio a:
1. Il Postino, de Michael Radford, para falar de poesia (il mondo intero é la metáfora di qualcosa)
2. The lord of the rings, para falar do sentido do épico (ride out with me)
3. Kids, de Larry Clark, para aulas de choque em formação cívica (educação sexual)
Lançamos o desafio a:
quarta-feira, outubro 10, 2007
Diário de Marilú, aula de física!
Ennnna pá, hoje madruguei!
Mas quero partilhar convosco uma aula de física que me deu o meu irmão, a respeito do conceito de DENSIDADE...eu fui procurar o conceito à wikipédia e tive uma dúvida, que o meu manokas me esclareceu...mas é melhor não dizer mais nada! Leiam!
Eu enviei esta mensagem:
"Quando aumentamos a temperatura de um determinado fragmento de matéria, temos um aumento do volume fixo desta, pois haverá a dilatação ocasionada pela separação dos átomos e moléculas. Ao contrário, ao diminuirmos a temperatura, teremos uma diminuição deste volume fixo. A quantidade de massa existente num dado volume é chamada de massa volúmica.
Quando a matéria se expande, sua massa volúmica diminui e quando a matéria se contrai, sua massa volúmica aumenta. Com este conceito temos uma unidade de medida, que pode ser dada gramas (g) por centímetros cúbicos(cm³)."
NÃO PERCEBI O K TÁ A VERMELHO...n devia ser ao contrário?ja tou podre de sono...
E horas depois veio a resposta:
"Massa volúmica" é um nome foleiro para densidade. Imagina um par de colhões dentro de água: A massa dos colhões não varia, mas quando os metes em água fria eles encolhem---o seu volume diminui. Ora, densidade = Kg/m^3 (1 m^3 = 10^3 Lt.), logo, quando os colhões se contraem---volume diminui---a sua densidade aumenta---há mais colhão por metro cúbico.
Já entendeste?
Outro exemplo com colhões, desta vez de carneiro.
Imagina que entras toda contente numa mercearia e pedes um litro de melejas.
O dono, esperto, diz-te que tens de esperar um pouquinho porque ele os tem congelados---colhões de carneiro congelados---e têm de ser descongelados para ser vendidos. Ele vai e mete os colhões (do carneiro) no micro-ondas até a água derreter e tornarem a ficar reluzentes. Isto significa que a densidade de colhão aumentou, e também que sais da mercearia com menos colhão por litro.
Agora também já estou podre de sono e não consigo dissertar mais sobre densidade (colhónica).
...E ESTA HEIN?
Mas quero partilhar convosco uma aula de física que me deu o meu irmão, a respeito do conceito de DENSIDADE...eu fui procurar o conceito à wikipédia e tive uma dúvida, que o meu manokas me esclareceu...mas é melhor não dizer mais nada! Leiam!
Eu enviei esta mensagem:
"Quando aumentamos a temperatura de um determinado fragmento de matéria, temos um aumento do volume fixo desta, pois haverá a dilatação ocasionada pela separação dos átomos e moléculas. Ao contrário, ao diminuirmos a temperatura, teremos uma diminuição deste volume fixo. A quantidade de massa existente num dado volume é chamada de massa volúmica.
Quando a matéria se expande, sua massa volúmica diminui e quando a matéria se contrai, sua massa volúmica aumenta. Com este conceito temos uma unidade de medida, que pode ser dada gramas (g) por centímetros cúbicos(cm³)."
NÃO PERCEBI O K TÁ A VERMELHO...n devia ser ao contrário?ja tou podre de sono...
E horas depois veio a resposta:
"Massa volúmica" é um nome foleiro para densidade. Imagina um par de colhões dentro de água: A massa dos colhões não varia, mas quando os metes em água fria eles encolhem---o seu volume diminui. Ora, densidade = Kg/m^3 (1 m^3 = 10^3 Lt.), logo, quando os colhões se contraem---volume diminui---a sua densidade aumenta---há mais colhão por metro cúbico.
Já entendeste?
Outro exemplo com colhões, desta vez de carneiro.
Imagina que entras toda contente numa mercearia e pedes um litro de melejas.
O dono, esperto, diz-te que tens de esperar um pouquinho porque ele os tem congelados---colhões de carneiro congelados---e têm de ser descongelados para ser vendidos. Ele vai e mete os colhões (do carneiro) no micro-ondas até a água derreter e tornarem a ficar reluzentes. Isto significa que a densidade de colhão aumentou, e também que sais da mercearia com menos colhão por litro.
Agora também já estou podre de sono e não consigo dissertar mais sobre densidade (colhónica).
...E ESTA HEIN?
sábado, outubro 06, 2007
Recortes do discurso do Presidente no dia da República
" [Ao longo destes anos] tratámos a escola como um problema de governo e não como um problema de regime. E concentrámo-nos em demasia na relação entre o Estado e a escola, sem atender ao papel e às responsabilidades próprias da sociedade civil."
A Escola é um problema de regime e os valores do regime estão espelhados na Escola. A Escola de hoje é a sociedade de amanhã. Se queremos que o regime seja hoje e amanhã um regime democrático e livre, há que ensinar a democracia e a liberdade.
Isso tem de ser feito na óptica da liberdade de expressão da opinião e com o máximo de neutralidade possível. Respeitar as diferentes opiniões, incentivando-as.
"Encontrar uma estratégia nacional para a educação das novas gerações, que a todos mobilize, é a melhor homenagem que podemos prestar aos valores republicanos."
A Escola tem de ser um regime democrático. E republicano...
"Nesta ocasião, gostaria de propor aos Portugueses um novo olhar sobre a escola, sobre um modelo escolar construído à luz da ideia de inovação social. Não quero dirigir-me especialmente ao Governo e à Assembleia da República. Quero dirigir-me a todos os Portugueses. A ideia de inovação social impõe-nos novas estratégias, conceitos e práticas para a satisfação de necessidades sociais. A ideia de «inovação» não é um exclusivo das actividades empresariais. É possível inovar – e inovar socialmente – nos mais variados campos, incluindo a educação. "
A Escola só consegue ter alunos e professores inovadores quando ela própria inovar, no modo como está estruturada. Menos hierarquia entre professores e alunos estimula um ambiente de trabalho, em vez de um ambiente de guerrilha. Mais liberdade individual para os alunos cria aprendizagem social, que não pode ser ensinada em salas de aula. Formação cívica e democrática produz uma sociedade tolerante, democrática, liberal. Republicana. A Educação centrada no Aluno foca os esforços nos interesses presentes e futuros do aluno, que é, no fundo, o originador da Escola e o futuro cidadão.
"Devemos começar por afirmar que uma escola republicana é uma escola plural e aberta, que cultiva a convivência entre as mais diversas convicções, credos ou ideologias. É também uma escola neutra, no sentido em que não se encontra ao serviço de uma qualquer ideologia oficial patrocinada pelo Estado ou qualquer organização"
Esta é a parte do discurso que gostei mais. Enquadra-se no Tema deste mês: como educar para a democrcia? Resposta do Presidente: cultivar "a convivência entre as mais diversas convicções, credos ou ideologias", nunca esquecendo que a escola é neutra. Ah Grande Cavaco!
"Por outro lado, importa sublinhar que a educação é a base da verdadeira inclusão social, pois esta encontra-se associada, em larga medida, às qualificações e competências de que cada um dispõe. Mas também num outro sentido se deve salientar o carácter inclusivo da escola: a democratização do ensino e a escolaridade obrigatória são factores de igualdade e elementos de convivência interclassista, interracial ou interconfessional. Para que essa convivência não se limite à superfície da realidade, é necessário que existam condições materiais para uma efectiva igualdade de oportunidades, a qual só pode alcançar-se através de um maior e mais activo envolvimento da comunidade com a escola."
Só falta isto para que os melhores, e não os mais ricos, fiquem com as melhores escolas (as que têm melhores condições materiais e humanas).
"Temos, de facto, de adoptar uma nova atitude perante a escola. Temos de perceber que aí residem os activos mais importantes do nosso futuro. É imperioso ter a consciência de que o investimento mais reprodutivo que poderemos fazer é nas crianças e nos mais jovens."
A última frase é a melhor do discurso. Investir na Escola é investir no futuro.
Depois disto, o Presidente fala dos pais e dos professores. Essa parte já foi muito comentada, sobretudo pelos sindicatos. Por isso, quem quiser ler o discurso integralmente, siga o link
Este foi o melhor discurso presidencial que já ouvi. Cavaco costuma surpreender nos discursos. Fê-lo no último 25 de Abril, mostrando-se bastante à esquerda do governo e fê-lo ontém, com um discurso idealista, muito republicano e com umas frases que ele sabia que iam ser utilizadas contra o governo. Nunca pensei que Cavaco Silva desse um presidente tão bom. Pelo que ele já vetou e pelo que ele já disse ao longo deste mandato, faz-me cada vez mais acreditar que o sistema democrático de escolha do chefe de estado é o melhor. Falo da República.
Um bom discurso. Um bom presidente. Um bom regime. Viva a República!
A Escola é um problema de regime e os valores do regime estão espelhados na Escola. A Escola de hoje é a sociedade de amanhã. Se queremos que o regime seja hoje e amanhã um regime democrático e livre, há que ensinar a democracia e a liberdade.
Isso tem de ser feito na óptica da liberdade de expressão da opinião e com o máximo de neutralidade possível. Respeitar as diferentes opiniões, incentivando-as.
"Encontrar uma estratégia nacional para a educação das novas gerações, que a todos mobilize, é a melhor homenagem que podemos prestar aos valores republicanos."
A Escola tem de ser um regime democrático. E republicano...
"Nesta ocasião, gostaria de propor aos Portugueses um novo olhar sobre a escola, sobre um modelo escolar construído à luz da ideia de inovação social. Não quero dirigir-me especialmente ao Governo e à Assembleia da República. Quero dirigir-me a todos os Portugueses. A ideia de inovação social impõe-nos novas estratégias, conceitos e práticas para a satisfação de necessidades sociais. A ideia de «inovação» não é um exclusivo das actividades empresariais. É possível inovar – e inovar socialmente – nos mais variados campos, incluindo a educação. "
A Escola só consegue ter alunos e professores inovadores quando ela própria inovar, no modo como está estruturada. Menos hierarquia entre professores e alunos estimula um ambiente de trabalho, em vez de um ambiente de guerrilha. Mais liberdade individual para os alunos cria aprendizagem social, que não pode ser ensinada em salas de aula. Formação cívica e democrática produz uma sociedade tolerante, democrática, liberal. Republicana. A Educação centrada no Aluno foca os esforços nos interesses presentes e futuros do aluno, que é, no fundo, o originador da Escola e o futuro cidadão.
"Devemos começar por afirmar que uma escola republicana é uma escola plural e aberta, que cultiva a convivência entre as mais diversas convicções, credos ou ideologias. É também uma escola neutra, no sentido em que não se encontra ao serviço de uma qualquer ideologia oficial patrocinada pelo Estado ou qualquer organização"
Esta é a parte do discurso que gostei mais. Enquadra-se no Tema deste mês: como educar para a democrcia? Resposta do Presidente: cultivar "a convivência entre as mais diversas convicções, credos ou ideologias", nunca esquecendo que a escola é neutra. Ah Grande Cavaco!
"Por outro lado, importa sublinhar que a educação é a base da verdadeira inclusão social, pois esta encontra-se associada, em larga medida, às qualificações e competências de que cada um dispõe. Mas também num outro sentido se deve salientar o carácter inclusivo da escola: a democratização do ensino e a escolaridade obrigatória são factores de igualdade e elementos de convivência interclassista, interracial ou interconfessional. Para que essa convivência não se limite à superfície da realidade, é necessário que existam condições materiais para uma efectiva igualdade de oportunidades, a qual só pode alcançar-se através de um maior e mais activo envolvimento da comunidade com a escola."
Só falta isto para que os melhores, e não os mais ricos, fiquem com as melhores escolas (as que têm melhores condições materiais e humanas).
"Temos, de facto, de adoptar uma nova atitude perante a escola. Temos de perceber que aí residem os activos mais importantes do nosso futuro. É imperioso ter a consciência de que o investimento mais reprodutivo que poderemos fazer é nas crianças e nos mais jovens."
A última frase é a melhor do discurso. Investir na Escola é investir no futuro.
Depois disto, o Presidente fala dos pais e dos professores. Essa parte já foi muito comentada, sobretudo pelos sindicatos. Por isso, quem quiser ler o discurso integralmente, siga o link
Este foi o melhor discurso presidencial que já ouvi. Cavaco costuma surpreender nos discursos. Fê-lo no último 25 de Abril, mostrando-se bastante à esquerda do governo e fê-lo ontém, com um discurso idealista, muito republicano e com umas frases que ele sabia que iam ser utilizadas contra o governo. Nunca pensei que Cavaco Silva desse um presidente tão bom. Pelo que ele já vetou e pelo que ele já disse ao longo deste mandato, faz-me cada vez mais acreditar que o sistema democrático de escolha do chefe de estado é o melhor. Falo da República.
Um bom discurso. Um bom presidente. Um bom regime. Viva a República!
sexta-feira, outubro 05, 2007
Real Televisão Portuguesa
Ontém, na RTP, às 22:20 foi para o ar um programa chamado "Duas Dinastias, Duas Gerações". Depois de ver o genérico é que percebi que se tratava de uma transmissão de uma tourada, no Campo Pequeno.
Questiono o interesse público e até o interesse comercial de uma transmissão de uma tourada. Para quem não gosta de tourada, não lhe interessa. Para quem gosta de tourada, penso que é muito mais emotivo ver na arena...
Mas agora não vou falar dessa questão. O que eu quero chamar à atenção é o nome do programa. "Duas dinastias"... e em que dia aparece o programa cujo nome começa por "Duas dinastias"? Dia 4 de Outubro.
Um dia antes da comemoração da instauração da república, na televisão paga por todos nós, na televisão do Estado Republicano, surge um programa tauromático com o nome "Duas Dinastias, Duas Gerações". Não estou a dizer que a RTP faz apologia da monarquia. Apenas acho inapropriado dar esse nome a um programa no dia 4 de Outubro...
Mas o que vale é que hoje não é 4 de Outubro. Hoje é 5 de Outubro e comemora-se o dia em que foi implementado em Portugal o único sistema que garante que o chefe de estado é democraticamente eleito. Portanto, o único sistema verdadeiramente democrático.
Viva a República!
terça-feira, outubro 02, 2007
quinta-feira, setembro 27, 2007
Máfia
"Por causa de um inenarrável contrato assinado em 1994, a Lusoponte tem o exclusivo rodoviário na travessia do Tejo a jusante da ponte de Vila Franca de Xira. Quem negociou tão original contrato? O ministro das Obras Públicas, Engº. Joaquim Martins Ferreira do Amaral. E por causa desta exclusividade, a Lusoponte poderá vir a receber uma compensação por causa da construção da terceira ponte sobre o Tejo. Quem é que está contente? O presidente do Conselho de Administração da Lusoponte, Engº. Joaquim Martins Ferreira do Amaral."
(via Arrastão)
Nojo. Como é que querem que os jovens se interessem pela política e pela democracia, com notícias como esta.
A quantidade de tachos, negócios obscuros, corrupção e mentira existente na política mostra aquilo que o poder é: uma máfia.
Quando um gestor de uma grande empresa "sacrifica-se" para ir para uma posição governativa a ganhar muito menos, é óbvio que vai roubar. Ou então, vai procurar servir o povo que o elegeu. Bah! Claro que vai roubar!
Por isso, não me venham falar em "Geração Rasca", em desinteresse da juventude pela política, em rebeldes sem causa. Nós somos espectadores da decadência política em Portugal e no mundo. Não fossem os blogues, e não haveriam debates ideológicos. As causas, as lutas, a democracia morreram e a culpa é dos que as usaram para proveito pessoal.
E Sam The Kid que o diga, que o diz muito bem:
(via Arrastão)
Nojo. Como é que querem que os jovens se interessem pela política e pela democracia, com notícias como esta.
A quantidade de tachos, negócios obscuros, corrupção e mentira existente na política mostra aquilo que o poder é: uma máfia.
Quando um gestor de uma grande empresa "sacrifica-se" para ir para uma posição governativa a ganhar muito menos, é óbvio que vai roubar. Ou então, vai procurar servir o povo que o elegeu. Bah! Claro que vai roubar!
Por isso, não me venham falar em "Geração Rasca", em desinteresse da juventude pela política, em rebeldes sem causa. Nós somos espectadores da decadência política em Portugal e no mundo. Não fossem os blogues, e não haveriam debates ideológicos. As causas, as lutas, a democracia morreram e a culpa é dos que as usaram para proveito pessoal.
E Sam The Kid que o diga, que o diz muito bem:
sexta-feira, agosto 10, 2007
segunda-feira, agosto 06, 2007
Sudoeste TMN 2007. Eu estive lá
Ó Eeeeelsa! este texto não podia começar de outra maneira.
Um bom cartaz, com grandes grupos, porém mal distribuído pelos três palcos.
Havia bandas que gostava de ter visto, mas não pude porque os horários coincidiam com bandas que eu ainda gostava mais de ver...
Aqui vou falar um bocado do "meu" festival. Quem lá esteve vai perceber melhor o texto... vou tentar, mas não vou conseguir, ser sintético.
Vamos por partes:
1ºDia: O dia em que o cartaz mais se adequava aos meus gostos musicais. Manu Chao era o concerto que eu mais esperava. Foi excelente e basicamente... partiu tudo. Só não foi melhor do que eu esperava porque as espectativas já eram tão altas que isso era impossível. Fiquei muito contente por ouvir os clássicos deste grande artista que vai renascer em Setembro, seis anos depois da edição do último album de originais.
Damian Marley superou as minhas espectativas, num concerto onde tocou grandes músicas suas, como por exemplo "Road to Zion" e "Welcome to jamrock" e também algumas do seu pai Bob Marley, que até me fizeram pele de galinha. Ser Marley sem viver à custa disso é um feito que se tem de reconhecer a Damian. Surpresa da noite: Ojos de Brujo. De Barcelona, mais uma banda de identidade e boa mensagem... ao estilo de Macaco. Viva la rumba!
Outro grande concerto foi o dos suecos I'm from Barcelona, que ficou para a história do SW e da própria banda, estou certo. Felicidade, amizade, balões, energia e confetis: eis os I'm from Barcelona, que são mais de 20 em palco. Mayra Andrade abriu bem o festival, apesar dos poucos que assistiam ao concerto. Gilberto Gil foi, para mim, o menos bom da noite. No entanto, impossível poupar energias...
Tive pena de não poder ter assistido aos Wray Gun, que, segundo relatos, passaram-se. O vocalista até escalou um poste da tenda! Já que falo na tenda Planeta Sudoeste, vi também os Claud (conheço um membro da banda), que representaram bem a nova música tradicional portuguesa.
2ºdia: Tá a saltar! Foi o dia em que me deitei mais cedo, tal era o cansaço dos concertos de Bonde do Rolê e Buraka Som Sistema. Bonde do Rolê é a loucura. Para os que estiveram a ver Cypress Hill: perderam o melhor concerto da tenda Planeta Sudoeste. Pelo que ouvi, também perdi dos melhores concertos do palco principal... agradeçam a convergência de horários à organização do festival... Quinze minutos e um RedBull depois: Buraka Som Sistema! A Blitz descreve o concerto como "Suado, malcriado e vibrante." Totalmente de acordo. Sempre a bombar. Conseguiram pôr o público todo de cócoras (pelo menos os das primeiras 15 filas...). Os Bonde do Rolê subiram ao palco com os Buraka, no concerto que marca o fim da participação de Petty nos BSS (que raio de frase...). Buraka entra, o som rebenta! Nota: bom senso terem atrasado uns minutos o concerto dos BSS, para não ser ao mesmo tempo que os Bonde do Rolê... era o que faltava! Duas bandas do mesmo estilo ao mesmo tempo...
Antes disto tudo: Cool Hipnoise estivaram bem, apesar do pouco público. Armandinho fez as delícias dos brasileiros que estavam presentes, e também dos portugueses. Fui-me embora a meio, para ver um Manif3stos. Voltei ao palco principal para os Outlandish, que me surpreenderam pela negativa. Tive pena dos Cinematics: entre Outlandish, Cypress Hill e Buraka, era difícil fazerem um grande espectáculo, devido ao público que estava lá para outras coisas. Gostei da garra e da persistência, embora tenha sido o menos vibrante do dia. Quase pediam desculpa... deviam ter tocado no último dia, ao lado de nomes mais ao seu estilo. Antes dos brasileiros Bonde, ainda tive tempo de voltar ao palco Positive Vibes para ver um pouco dos lendários Steel Pulse. Positive Vibes parece-me uma boa descrição para o pouco que vi deste concerto.
3ºDia: Nota negativa para os Koop, sem energia e sem capacidade para me agarrarem mais de 2 canções... e não fui só eu. Nota muito negativa para a organização do festival, por ter contratado uma banda de tributo (que toca só covers) aos Pink Floyd. Nome? Australian Pink Floyd. Pior: no palco principal, em "horário nobre" (ao contrário do que estava previsto).
Não sou grande fã de Pink Floyd, mas sei ver que é um insulto estar insinuado no programa oficial que esta cópia é melhor que os Pink Floyd originais... Get a job!
Não sou grande fã de Pink Floyd, mas sei ver que é um insulto estar insinuado no programa oficial que esta cópia é melhor que os Pink Floyd originais... Get a job!
Muito bem estiveram os Air Traffic, no início. Poderoso e eficaz: no fim do concerto estava o triplo do público que estava nas primeiras músicas. Depois, fui ao Positive Vibes ver parte do concerto dos Stepacide. Reggea sem rastas, mas bom reggea. Sérgio Godinho fez um concerto curto, mas com mensagem. Ouviu-se "paz, pão, habitação, saúde, educação. Só há liberdade a sério quando pertencer ao povo o que o povo produzir", entre outros clássicos e novas canções.
Sam The kid ao seu estilo. É preciso tê-"los" para chamar ao palco a família, ou para chamar alguém do público para o acompanhar numa música, ou para fazer um acapella mais ou menos improvisado ou mesmo para passar música infantil (Mini stars) antes do poestas de karaoke... Sam The Kid não é "o" homem dos palcos, o que o torna bom no palco, quando quer. Não vi os Streets para me poupar para os Groove Armada. Estes fizeram o melhor concerto da noite, o que não era nada difícil. Muita luz, muitos graves, festa enfim. Ainda fui um bocado à tenda Silent Disco, um conceito que é giro durante 10 minutos. Trata-se de uma tenda, onde nos dão uns phones e escolhemos um dos 2 DJs que estão a passar som. Eles estão em competição para ter mais ouvintes que o outro. Como digo, é uma coisa nova... mais divertida para o DJ que para o ouvinte.
4ºDia: Arrisco-me a considerar o concerto dos Babylon Circus o melhor do festival. Custa-me, porque não os conhecia, mas tenho que o reconhecer. Ao nível de Manu Chao. Só dou melhor nota aos Babylon Circus porque não tinha prespectivas tão altas como tinha para o Manu Chao. E porque no Manu Chao havia uns atrasados mentais a fazer mosh, o que não vai nada com a mensagem de Manu Chao. E a culpa não é de Manu Chao... Mas no concerto dos franceses Babylon Circus tudo era totalmente diferente. Tudo a saltar, a curtir, a bater palmas, sem stresses (no concerto do Manu Chao cheguei a ver um gajo a sangrar). Além disso, o esforço de tentar falar português (mais ou menos bem conseguido) mostra preparação e respeito. A mensagem era parecida com a de Manu Chao, mas com letras menos elaboradas. Ganharam um fã incondicional. Um só? Claro que não!
Regressando ao início da noite: Albert Hammond Jr. E queriam pô-lo na tenda secundária... grande concerto, com pouca gente (segundo a Blitz, no palco secundário os Tara perdida apresentavam mais afluência). "É o gajo dos strokes!" Pois é, e isso nota-se na sua música.
Após Albert hammond Jr. fui para o Positive Vibes ouvir Allione K, num concerto medíocre. Se soubesse, tinha ficado no palco principal para os razorlight... Às 21:30 fui à tenda ParaRiso para ver o show de stand-up do Nilton. Ainda deu para ver Yellowman e o seu reggea bastante puro.
James foram os que se seguiram, já no palco TMN. Contagiante, mesmo para quem, como eu, não aprecia muito a banda. Toda a gente a cantar e aplaudir emotivamente a banda inglesa. Fica a promessa de um regresso para o ano, segundo Tim Booth. Após os Babylon Circus, fim de um grande festival, com grandes bandas e muito bom ambiente.
Já que falo em ambiente: regozijo-me perante o gajo que teve a ideia de criar os EcoTMN, pontos que se conseguem atravéz da apanha de lixo e empilhamento de copos vazios pelos festivaleiros. Os pontos podem ser trocados por uma imperial Green, uma animação Bungee-car (tinham que me pagar...) ou prioridade na entrada para a tenda Silent Disco. Não há nada melhor que ver festivaleiros a apanhar lixo do chão... é bonito, pá!
Outras iniciativas: Antena3, o melhor spot do festival (vejam aqui os vídeos), TMN: obrigado pelos chinelos, mas preferia ter visto os Wray Gun. Sapo Wash foi uma boa ideia (é uma espécie de linha de montagem, mas em duche... pesquisem, que eu não tou para explicar!) e o spot da Worten era bem dinamizado.
Resumindo: 4 dias muito bem passados, com boa música e bom convívio, sem problemas de maior e com um bom ambiente. Para o ano há mais.

Ver mais imagens no site da Blitz
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Isto também é educação...,
Música
quarta-feira, junho 20, 2007
Mais um tiro na credibilidade da imprensa escrita
Título do DN: "Ladra, Nelly Furtado foi filmada a roubar jóias" (via 31 da Armada, o único blogue da direita democrática. Da direita que não mete nojo)
Isto vem atestar este post que eu fiz há uns dias... quanto mais os blogues crescem (então agora, com o blogger em Português...), mais os jornais perdem a credibilidade.
É que nem um tablóide inglês faria um título destes...
Isto vem atestar este post que eu fiz há uns dias... quanto mais os blogues crescem (então agora, com o blogger em Português...), mais os jornais perdem a credibilidade.
É que nem um tablóide inglês faria um título destes...
Bloguer???
Blogger em Português?
Ah pois é! Eu até me passei... "Painel" em vez de dashbord, "Envio de mensagens" em vez de New Post... sim senhora...
Mas acho bem...
Ah pois é! Eu até me passei... "Painel" em vez de dashbord, "Envio de mensagens" em vez de New Post... sim senhora...
Mas acho bem...
O que eu gostei mais do debate para a CML
- A "claque" do Carmona
- O Sá Fernandes a dar uns dossiês ao Telmo Correia
- Vêr Garcia Pereira (do MRPP) e Pinto Coelho (do PNR), na mesma manifestação, e pela mesma causa. Ainda mais engraçado: concordo com ela... (e não fui só eu...)
- O Sá Fernandes a dar uns dossiês ao Telmo Correia
- Vêr Garcia Pereira (do MRPP) e Pinto Coelho (do PNR), na mesma manifestação, e pela mesma causa. Ainda mais engraçado: concordo com ela... (e não fui só eu...)
domingo, junho 17, 2007
O Jogo Da Década
Frets on Fire
Para quem não tem PlayStation ou não quer comprar o equipamento do Guitar Hero, existe alternativa. Frets on Fire é a alternativa.
O conceito é agarrar o teclado como se fosse uma guitarra

Depois joga-se com os botões F1, F2, F3, F4 e F5 para dar as "notas" e com o Enter para "tocar".
O objectivo é acompanhar as cores que aparecem no écran

Comecem por fazer o "tutorial" (onde vão ser insultados) e depois comecem no nível Easy para a música Bang Bang, que é a mais fácil.
O jogo vem com 3 músicas, mas a monstruosa espectacularidade deste jogo consiste no seguinte: pode-se criar ou fazer download de qualquer música e tentar tocá-la no Frets on Fire!
Uma rápida pesquisa no Google dá logo acesso a vários sites e foruns com montes de músicas para sacar. Mas atenção: ninguém pense que vai aprender a tocar guitarra com isto! Isto é puro entertenimento. O que eu gosto mais é de jogar com a alma, se fôr preciso, partir o teclado... então em grupo, este jogo é espectacular.
Ah, e já me esquecia... o download do jogo é gratuito. Joguem, e não se esqueçam de sacar as vossas músicas favoritas.
Download do jogo: http://fretsonfire.sourceforge.net/
Um bom forum: http://www.fretsonfire.net/
Outro bom forum: http://keyboardsonfire.net/
Downloads de músicas: http://www.fretsonfirehost.com/
Um video(não é meu...)
Um blogue: http://blog.keyboardsonfire.net/
Para quem não tem PlayStation ou não quer comprar o equipamento do Guitar Hero, existe alternativa. Frets on Fire é a alternativa.
O conceito é agarrar o teclado como se fosse uma guitarra
Depois joga-se com os botões F1, F2, F3, F4 e F5 para dar as "notas" e com o Enter para "tocar".
O objectivo é acompanhar as cores que aparecem no écran
Comecem por fazer o "tutorial" (onde vão ser insultados) e depois comecem no nível Easy para a música Bang Bang, que é a mais fácil.
O jogo vem com 3 músicas, mas a monstruosa espectacularidade deste jogo consiste no seguinte: pode-se criar ou fazer download de qualquer música e tentar tocá-la no Frets on Fire!
Uma rápida pesquisa no Google dá logo acesso a vários sites e foruns com montes de músicas para sacar. Mas atenção: ninguém pense que vai aprender a tocar guitarra com isto! Isto é puro entertenimento. O que eu gosto mais é de jogar com a alma, se fôr preciso, partir o teclado... então em grupo, este jogo é espectacular.
Ah, e já me esquecia... o download do jogo é gratuito. Joguem, e não se esqueçam de sacar as vossas músicas favoritas.
Download do jogo: http://fretsonfire.sourceforge.net/
Um bom forum: http://www.fretsonfire.net/
Outro bom forum: http://keyboardsonfire.net/
Downloads de músicas: http://www.fretsonfirehost.com/
Um video(não é meu...)
Um blogue: http://blog.keyboardsonfire.net/
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Vícios
sábado, junho 16, 2007
E depois são os blogues...
Ontém, no suplemento «Ípsilon» do Público havia uma notícia com o título "Jim Carrey apaixonado por um companheiro de cela." Olha, e eu que nem sabia que ele estava preso...
Pois, só que a notícia depois mostra-nos que "Jim Carrey vai interpretar o papel de um homem casado que se apaixona, ao ponto da obcessão, pelo seu companheiro de cela"
Isto nem o The Sun fazia. Porque é que o Público, que é o Público, põe um título destes?
Os títulos enganosos são muito manipuladores, porque muitas vezes lê-se só o título. Já há umas semanas o Correio da Manhã pôs como título "Fisco penhora Sá Fernandes", referido-se não ao Zé, mas ao Ricardo Sá Fernandes...
Já nem os jornais têm credibilidade. E depois não se esqueçam de culpar os blogues da queda da imprensa escrita... A única maneira de os jornais sobreviverem é terem a credibilidade que a net não tem e apostarem em bons comentadores e bons suplementos. E o DVD grátis também ajuda...
Pois, só que a notícia depois mostra-nos que "Jim Carrey vai interpretar o papel de um homem casado que se apaixona, ao ponto da obcessão, pelo seu companheiro de cela"
Isto nem o The Sun fazia. Porque é que o Público, que é o Público, põe um título destes?
Os títulos enganosos são muito manipuladores, porque muitas vezes lê-se só o título. Já há umas semanas o Correio da Manhã pôs como título "Fisco penhora Sá Fernandes", referido-se não ao Zé, mas ao Ricardo Sá Fernandes...
Já nem os jornais têm credibilidade. E depois não se esqueçam de culpar os blogues da queda da imprensa escrita... A única maneira de os jornais sobreviverem é terem a credibilidade que a net não tem e apostarem em bons comentadores e bons suplementos. E o DVD grátis também ajuda...
sexta-feira, junho 15, 2007
Estou oficialmente de férias
A pergunta da semana, na Terça-feira, era: Qual o melhor sistema de gerir o tempo de férias?
Como já tinha dito, existem dois sistemas:
1. Poucas e pequenas férias intercalares e grandes férias de Verão.
2. Muitas férias intercalares e menores férias de Verão.
Na minha opinião, o melhor sistema é o sistema 2. Porquê?
- As férias servem para descansar do tempo de trabalho. Muitas vezes, em Setembro, parece que servem para descançar das férias...
- Férias intercalares aumentam a productividade.
- O que é que dá mais sensação de descanço: uma semana no meio das férias ou uma semana entre os tempos de trabalho?
- As férias de Verão, no fim, já irritam...
O inconveniente deste sistema é o de sempre: e os pais, onde é que deixam os filhos?
Aqui é que está o problema. Mas existe sempre uma solução. E as soluções são mais fáceis de encontrar quando há abundância (excesso) de recursos humanos.
Existem professores desempregados. Contrate-se esses professores para ATL/OTL durante essas férias. Esses professores ganhavam dinheiro durante esse tempo e depois seriam priveligiados nas colocações.
Fácil, barato, productivo, bom para todos. Faça-se.
Como já tinha dito, existem dois sistemas:
1. Poucas e pequenas férias intercalares e grandes férias de Verão.
2. Muitas férias intercalares e menores férias de Verão.
Na minha opinião, o melhor sistema é o sistema 2. Porquê?
- As férias servem para descansar do tempo de trabalho. Muitas vezes, em Setembro, parece que servem para descançar das férias...
- Férias intercalares aumentam a productividade.
- O que é que dá mais sensação de descanço: uma semana no meio das férias ou uma semana entre os tempos de trabalho?
- As férias de Verão, no fim, já irritam...
O inconveniente deste sistema é o de sempre: e os pais, onde é que deixam os filhos?
Aqui é que está o problema. Mas existe sempre uma solução. E as soluções são mais fáceis de encontrar quando há abundância (excesso) de recursos humanos.
Existem professores desempregados. Contrate-se esses professores para ATL/OTL durante essas férias. Esses professores ganhavam dinheiro durante esse tempo e depois seriam priveligiados nas colocações.
Fácil, barato, productivo, bom para todos. Faça-se.
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