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sábado, fevereiro 16, 2008

A Ministra da Educação foi falar à televisão

Após defender entusiasticamente a autonomia das escolas, quando comentava a polémica dos conservatórios, a Ministra disse:

"Os conservatórios foram deixados ao abandono".

"Deixar ao abandono" é o que vai acontecer às escolas se fôr a "comunidade" (ou seja, o presidente da câmara) quem manda na escola.
Neste novo modelo há a destacar a participação de "instituições, organizações e actividades económicas, sociais, culturais e científicas" na gestão escolar, ou seja, descodificado, empresas a mandar nas escolas, como já estão a mandar nas universidades.

quarta-feira, fevereiro 06, 2008

Mais um tiro no porta-aviões...

Fazemos eco de um protesto que nos chega por email:


"AGORA QUEREM ACABAR COM O CONSERVATÓRIO NACIONAL

Já se suspeitava, mas agora é público: o Ministério da Educação quer mesmo acabar com a Escola de Música do Conservatório Nacional.

Se depender do Governo, a instituição de quase 180 anos, que já nos deu Maria João Pires, Bernardo Sassetti e tantos outros, tem os dias contados.

Já não se trata de destruí-la devagarinho, como até aqui – deixando-a cair aos bocados, com o órgão do século 18 a deteriorar-se ou o Salão Nobre quase a ruir sobre a plateia.

Desta vez, a Ministra quer fazer o serviço de uma só vez. Com três golpes tão rápidos e certeiros que, espera ela, ninguém vai sequer perceber o que se passa.

O primeiro golpe é acabar com os Cursos de Iniciação. Crianças dos 6 aos 9 anos de idade vão deixar de ter acesso às 6 horas semanais de instrumento, orquestra, formação musical, coro e expressão dramática hoje ministradas pelo Conservatório.

O segundo golpe é matar o Ensino Articulado. Adolescentes com talento musical já não poderão conciliar a formação artística de alto nível do Conservatório com a frequência às outras matérias da sua escola habitual. Quem quiser ser músico, a partir de agora, tem que decidir profissionalizar-se aos 10 anos de idade – sem poder voltar atrás.

Por fim, o golpe de misericórdia é dar cabo do Ensino Supletivo – o regime que tem formado, ao longo dos anos, a maior parte dos músicos portugueses. De Alfredo Keil a Pedro Abrunhosa, passando por centenas e centenas de outros.

Sem músicos, sem público educado para a música, já se vê o que a Ministra pretende: reduzir-nos ao silêncio.

Mas você não vai aceitar, pois não?

No dia 11 de Fevereiro, o Conservatório será visitado pela comissão nomeada pelo Ministério para aplicar estes 3 golpes ao ensino da música. Querem fazê-lo à boa moda deste Ministério: rápida e discretamente, como um facto consumado.

Contamos consigo para recebê-los com música. E com muito barulho.

Segunda feira, dia 11 de Fevereiro, às 10 da manhã, junte-se ao Coro de Protestos do Conservatório Nacional. Se é músico, traga o seu instrumento. Se é pai de aluno, traga os seus filhos (sabemos que o dia é mau e a hora incómoda, mas ficar sem o Conservatório ainda seria pior). Se é um simples amante da música, traga a sua voz.

Vamos gritar tão afinados que até a Ministra, que faz o género surda, vai ter que ouvir."

quarta-feira, janeiro 02, 2008

ECdR FM, ou será Amianto FM?

Em 2008, a coluna da direita deste blogue vai incluir uma playlist para animar um bocado o blogue... Vamos apostar num registo mais World-music e Alternativo... esperamos segestões dos leitores (ouvintes?)...

ECdR FM é um nome provisório. Sendo um blogue sobre educação, "provisório" significa "provisório para os próximos 30 anos, como aquelas escolas feitas em contentores de amianto, que eram provisórias mas ainda são utilizadas"...

Já que estamos a falar de música, fica um retrato musical deste blogue, nos últimos tempos...



Mas a gente dá a volta a isto!

segunda-feira, outubro 01, 2007

Por onde começar?

Na edição de Outubro da revista Blitz, há uma entrevista com Manu Chao. Houve uma pergunta, ou melhor, uma resposta, que me interessou particularmente:

"Blitz: Mas por onde se começa [a anti-globalização]? Por boicotar as gigantescas companhias multinacionais?

Manu Chao: Há muita coisa que podes fazer. Penso que a primeira (e a mais importante) é parar com este consumismo louco. A educação é o que mais preocupa - na verdade, é o grande problema do mundo actualmente - e a solução passa por ela. Acho que o grande problema do mundo é que, nos bairros, não são as famílias que educam os seus filhos, nem as escolas. As crianças são educadas pela televisão. E a única educação que a televisão lhes dá é: «consome, consome, consome; percisas desta última novidade, e desta, e mais desta, porque, se não tiveres esta última novidade, não és ninguém»... E é assim que as crianças são educadas! Acho isso bastante perigoso, não podemos continuar a consumir a este ritmo."
(o negrito foi acrescentado por mim)

É por estas e por outras, que ele é o meu músico favorito. Não me farto de ouvir as suas músicas, não desisto de entender a sua mensagem. Grande Manu Chao!

Para os fãs, mais uma boa notícia nesta entrevista: Manu Chao vai lançar um álbum em português. Deve ser para compensar os portugueses que nunca o fizeram...

quinta-feira, setembro 27, 2007

Máfia

"Por causa de um inenarrável contrato assinado em 1994, a Lusoponte tem o exclusivo rodoviário na travessia do Tejo a jusante da ponte de Vila Franca de Xira. Quem negociou tão original contrato? O ministro das Obras Públicas, Engº. Joaquim Martins Ferreira do Amaral. E por causa desta exclusividade, a Lusoponte poderá vir a receber uma compensação por causa da construção da terceira ponte sobre o Tejo. Quem é que está contente? O presidente do Conselho de Administração da Lusoponte, Engº. Joaquim Martins Ferreira do Amaral."

(via Arrastão)

Nojo. Como é que querem que os jovens se interessem pela política e pela democracia, com notícias como esta.
A quantidade de tachos, negócios obscuros, corrupção e mentira existente na política mostra aquilo que o poder é: uma máfia.
Quando um gestor de uma grande empresa "sacrifica-se" para ir para uma posição governativa a ganhar muito menos, é óbvio que vai roubar. Ou então, vai procurar servir o povo que o elegeu. Bah! Claro que vai roubar!

Por isso, não me venham falar em "Geração Rasca", em desinteresse da juventude pela política, em rebeldes sem causa. Nós somos espectadores da decadência política em Portugal e no mundo. Não fossem os blogues, e não haveriam debates ideológicos. As causas, as lutas, a democracia morreram e a culpa é dos que as usaram para proveito pessoal.

E Sam The Kid que o diga, que o diz muito bem:

segunda-feira, agosto 06, 2007

Sudoeste TMN 2007. Eu estive lá









Ó Eeeeelsa! este texto não podia começar de outra maneira.
Um bom cartaz, com grandes grupos, porém mal distribuído pelos três palcos.
Havia bandas que gostava de ter visto, mas não pude porque os horários coincidiam com bandas que eu ainda gostava mais de ver...

Aqui vou falar um bocado do "meu" festival. Quem lá esteve vai perceber melhor o texto... vou tentar, mas não vou conseguir, ser sintético.
Vamos por partes:
1ºDia: O dia em que o cartaz mais se adequava aos meus gostos musicais. Manu Chao era o concerto que eu mais esperava. Foi excelente e basicamente... partiu tudo. Só não foi melhor do que eu esperava porque as espectativas já eram tão altas que isso era impossível. Fiquei muito contente por ouvir os clássicos deste grande artista que vai renascer em Setembro, seis anos depois da edição do último album de originais.
Damian Marley superou as minhas espectativas, num concerto onde tocou grandes músicas suas, como por exemplo "Road to Zion" e "Welcome to jamrock" e também algumas do seu pai Bob Marley, que até me fizeram pele de galinha. Ser Marley sem viver à custa disso é um feito que se tem de reconhecer a Damian. Surpresa da noite: Ojos de Brujo. De Barcelona, mais uma banda de identidade e boa mensagem... ao estilo de Macaco. Viva la rumba!
Outro grande concerto foi o dos suecos I'm from Barcelona, que ficou para a história do SW e da própria banda, estou certo. Felicidade, amizade, balões, energia e confetis: eis os I'm from Barcelona, que são mais de 20 em palco. Mayra Andrade abriu bem o festival, apesar dos poucos que assistiam ao concerto. Gilberto Gil foi, para mim, o menos bom da noite. No entanto, impossível poupar energias...
Tive pena de não poder ter assistido aos Wray Gun, que, segundo relatos, passaram-se. O vocalista até escalou um poste da tenda! Já que falo na tenda Planeta Sudoeste, vi também os Claud (conheço um membro da banda), que representaram bem a nova música tradicional portuguesa.
2ºdia: Tá a saltar! Foi o dia em que me deitei mais cedo, tal era o cansaço dos concertos de Bonde do Rolê e Buraka Som Sistema. Bonde do Rolê é a loucura. Para os que estiveram a ver Cypress Hill: perderam o melhor concerto da tenda Planeta Sudoeste. Pelo que ouvi, também perdi dos melhores concertos do palco principal... agradeçam a convergência de horários à organização do festival... Quinze minutos e um RedBull depois: Buraka Som Sistema! A Blitz descreve o concerto como "Suado, malcriado e vibrante." Totalmente de acordo. Sempre a bombar. Conseguiram pôr o público todo de cócoras (pelo menos os das primeiras 15 filas...). Os Bonde do Rolê subiram ao palco com os Buraka, no concerto que marca o fim da participação de Petty nos BSS (que raio de frase...). Buraka entra, o som rebenta! Nota: bom senso terem atrasado uns minutos o concerto dos BSS, para não ser ao mesmo tempo que os Bonde do Rolê... era o que faltava! Duas bandas do mesmo estilo ao mesmo tempo...
Antes disto tudo: Cool Hipnoise estivaram bem, apesar do pouco público. Armandinho fez as delícias dos brasileiros que estavam presentes, e também dos portugueses. Fui-me embora a meio, para ver um Manif3stos. Voltei ao palco principal para os Outlandish, que me surpreenderam pela negativa. Tive pena dos Cinematics: entre Outlandish, Cypress Hill e Buraka, era difícil fazerem um grande espectáculo, devido ao público que estava lá para outras coisas. Gostei da garra e da persistência, embora tenha sido o menos vibrante do dia. Quase pediam desculpa... deviam ter tocado no último dia, ao lado de nomes mais ao seu estilo. Antes dos brasileiros Bonde, ainda tive tempo de voltar ao palco Positive Vibes para ver um pouco dos lendários Steel Pulse. Positive Vibes parece-me uma boa descrição para o pouco que vi deste concerto.

3ºDia: Nota negativa para os Koop, sem energia e sem capacidade para me agarrarem mais de 2 canções... e não fui só eu. Nota muito negativa para a organização do festival, por ter contratado uma banda de tributo (que toca só covers) aos Pink Floyd. Nome? Australian Pink Floyd. Pior: no palco principal, em "horário nobre" (ao contrário do que estava previsto).
Não sou grande fã de Pink Floyd, mas sei ver que é um insulto estar insinuado no programa oficial que esta cópia é melhor que os Pink Floyd originais... Get a job!

Muito bem estiveram os Air Traffic, no início. Poderoso e eficaz: no fim do concerto estava o triplo do público que estava nas primeiras músicas. Depois, fui ao Positive Vibes ver parte do concerto dos Stepacide. Reggea sem rastas, mas bom reggea. Sérgio Godinho fez um concerto curto, mas com mensagem. Ouviu-se "paz, pão, habitação, saúde, educação. Só há liberdade a sério quando pertencer ao povo o que o povo produzir", entre outros clássicos e novas canções.
Sam The kid ao seu estilo. É preciso tê-"los" para chamar ao palco a família, ou para chamar alguém do público para o acompanhar numa música, ou para fazer um acapella mais ou menos improvisado ou mesmo para passar música infantil (Mini stars) antes do poestas de karaoke... Sam The Kid não é "o" homem dos palcos, o que o torna bom no palco, quando quer. Não vi os Streets para me poupar para os Groove Armada. Estes fizeram o melhor concerto da noite, o que não era nada difícil. Muita luz, muitos graves, festa enfim. Ainda fui um bocado à tenda Silent Disco, um conceito que é giro durante 10 minutos. Trata-se de uma tenda, onde nos dão uns phones e escolhemos um dos 2 DJs que estão a passar som. Eles estão em competição para ter mais ouvintes que o outro. Como digo, é uma coisa nova... mais divertida para o DJ que para o ouvinte.

4ºDia: Arrisco-me a considerar o concerto dos Babylon Circus o melhor do festival. Custa-me, porque não os conhecia, mas tenho que o reconhecer. Ao nível de Manu Chao. Só dou melhor nota aos Babylon Circus porque não tinha prespectivas tão altas como tinha para o Manu Chao. E porque no Manu Chao havia uns atrasados mentais a fazer mosh, o que não vai nada com a mensagem de Manu Chao. E a culpa não é de Manu Chao... Mas no concerto dos franceses Babylon Circus tudo era totalmente diferente. Tudo a saltar, a curtir, a bater palmas, sem stresses (no concerto do Manu Chao cheguei a ver um gajo a sangrar). Além disso, o esforço de tentar falar português (mais ou menos bem conseguido) mostra preparação e respeito. A mensagem era parecida com a de Manu Chao, mas com letras menos elaboradas. Ganharam um fã incondicional. Um só? Claro que não!
Regressando ao início da noite: Albert Hammond Jr. E queriam pô-lo na tenda secundária... grande concerto, com pouca gente (segundo a Blitz, no palco secundário os Tara perdida apresentavam mais afluência). "É o gajo dos strokes!" Pois é, e isso nota-se na sua música.

Após Albert hammond Jr. fui para o Positive Vibes ouvir Allione K, num concerto medíocre. Se soubesse, tinha ficado no palco principal para os razorlight... Às 21:30 fui à tenda ParaRiso para ver o show de stand-up do Nilton. Ainda deu para ver Yellowman e o seu reggea bastante puro.
James foram os que se seguiram, já no palco TMN. Contagiante, mesmo para quem, como eu, não aprecia muito a banda. Toda a gente a cantar e aplaudir emotivamente a banda inglesa. Fica a promessa de um regresso para o ano, segundo Tim Booth. Após os Babylon Circus, fim de um grande festival, com grandes bandas e muito bom ambiente.
Já que falo em ambiente: regozijo-me perante o gajo que teve a ideia de criar os EcoTMN, pontos que se conseguem atravéz da apanha de lixo e empilhamento de copos vazios pelos festivaleiros. Os pontos podem ser trocados por uma imperial Green, uma animação Bungee-car (tinham que me pagar...) ou prioridade na entrada para a tenda Silent Disco. Não há nada melhor que ver festivaleiros a apanhar lixo do chão... é bonito, pá!
Outras iniciativas: Antena3, o melhor spot do festival (vejam aqui os vídeos), TMN: obrigado pelos chinelos, mas preferia ter visto os Wray Gun. Sapo Wash foi uma boa ideia (é uma espécie de linha de montagem, mas em duche... pesquisem, que eu não tou para explicar!) e o spot da Worten era bem dinamizado.
Resumindo: 4 dias muito bem passados, com boa música e bom convívio, sem problemas de maior e com um bom ambiente. Para o ano há mais.


Ver mais imagens no site da Blitz

domingo, junho 17, 2007

Manu Chao: Valsa para Sarkozy



Via Canhotices

O Jogo Da Década

Frets on Fire
Para quem não tem PlayStation ou não quer comprar o equipamento do Guitar Hero, existe alternativa. Frets on Fire é a alternativa.
O conceito é agarrar o teclado como se fosse uma guitarra









Depois joga-se com os botões F1, F2, F3, F4 e F5 para dar as "notas" e com o Enter para "tocar".
O objectivo é acompanhar as cores que aparecem no écran









Comecem por fazer o "tutorial" (onde vão ser insultados) e depois comecem no nível Easy para a música Bang Bang, que é a mais fácil.
O jogo vem com 3 músicas, mas a monstruosa espectacularidade deste jogo consiste no seguinte: pode-se criar ou fazer download de qualquer música e tentar tocá-la no Frets on Fire!
Uma rápida pesquisa no Google dá logo acesso a vários sites e foruns com montes de músicas para sacar. Mas atenção: ninguém pense que vai aprender a tocar guitarra com isto! Isto é puro entertenimento. O que eu gosto mais é de jogar com a alma, se fôr preciso, partir o teclado... então em grupo, este jogo é espectacular.

Ah, e já me esquecia... o download do jogo é gratuito. Joguem, e não se esqueçam de sacar as vossas músicas favoritas.

Download do jogo: http://fretsonfire.sourceforge.net/

Um bom forum: http://www.fretsonfire.net/
Outro bom forum: http://keyboardsonfire.net/
Downloads de músicas: http://www.fretsonfirehost.com/
Um video(não é meu...)
Um blogue: http://blog.keyboardsonfire.net/

quarta-feira, junho 13, 2007

Manu Chau - Rainin’ In Paradize

Primeiro single do álbum “La Radiolina” que será lançado em Setembro

sexta-feira, março 16, 2007

Amigas 4ever

Aqui está uma ideia "lamechas", mas não má de todo, de algo para dedicar às nossas amigas do peito...

...Será o próximo 'hit' de Verão??? Quem sabe...
Para fazer o download do single carrega com o botão direito do rato sobre o seguinte link e carrega em "guardar destino como..." - amigas4ever

sexta-feira, fevereiro 23, 2007

15 segundos de Zeca Afonso












Pela Música, pelas Palavras e pelo Homem que cantou a Liberdade e a Revolução, 15 segundos de Zeca Afonso:

Maio maduro Maio, quem te pintou
Quem te quebrou o encanto, nunca te amou
Raiava o sol já no Sul,
E uma falua vinha lá de Istambul

Sempre depois da sesta chamando as flores
Era o dia da festa Maio de amores
Era o dia de cantar,
E uma falua andava ao longe a varar

Maio com meu amigo quem dera já
Sempre no mês do trigo se cantará
Qu’importa a fúria do mar,
Que a voz não te esmoreça, vamos lutar

Numa rua comprida El-rei pastor
Vende o soro da vida que mata a dor
Anda ver, Maio nasceu,
Que a voz não te esmoreça a turba rompeu

P.S.- Com esta letra de Zeca Afonso, termino a rubrica de segunda-feira "15 segundos de...", sendo esta substituída por uma outra chamada "Citação da Semana".
"15 segundos de..." passará a "emitir" esporadicamente, quando encontrar um texto, poema ou letra de música que me pareça importante partilhar.

quinta-feira, dezembro 14, 2006

Lily Allen - LND


Às vezes a realidade não é aquilo que aparenta...

domingo, dezembro 03, 2006

Porque hoje é domingo - Faithless

A MTV baniu este vídeo. Por que terá sido?

quinta-feira, novembro 30, 2006

A Naifa

A Naifa
3 MINUTOS ANTES DE A MARÉ ENCHER
Digressão nacional 2006

Dezembro
01 - 21h30 Lisboa Teatro Maria Matos
06 - 21h30 Aveiro Teatro Aveirense
07 - 21h30 Braga Teatro Circo
09 - 21h30 Faro Teatro Municipal


domingo, novembro 26, 2006

The Gift - Fácil de Entender

A melhor banda portuguesa da actualidade com álbum novo. E o Natal mesmo a chegar...