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quarta-feira, abril 02, 2008
Dois vídeos
e
Vejam mais no site dos Incorrigíveis, manifestamente melhor assim do que com apenas dois comediantes por semana...
Desde segunda-feira
já ouvi aí uns 4574 professores dizerem "se fôsse comigo levava logo uma chapada".
Também ouvi (isto só uma vez) que a turma tinha de ser toda expulsa, pois não tentaram resolver a situação (mesmo que isso fôsse verdade, não sabia que éramos obrigados a ser boas pessoas. nem boas pessoas com tomates...). De referir que essa professora deu como exemplo "se virem um pessoa com mais autoridade a levar - por exemplo um polícia a levar de um gatuno - têm que ir lá ajudá-lo, não é!"
Também ouvi (isto só uma vez) que a turma tinha de ser toda expulsa, pois não tentaram resolver a situação (mesmo que isso fôsse verdade, não sabia que éramos obrigados a ser boas pessoas. nem boas pessoas com tomates...). De referir que essa professora deu como exemplo "se virem um pessoa com mais autoridade a levar - por exemplo um polícia a levar de um gatuno - têm que ir lá ajudá-lo, não é!"
quarta-feira, março 26, 2008
Por isto é que eu digo... mandem-nos para a rua!
O vídeo da disputa do telemóvel já foi falado e re-falado. Já serviu para aproveitamento político e para muita demagogia e generalização. Até já deu negócio.
Eu acho que os professores deviam usar mais frequentemente o mandar para a rua como método de evitar estas cenas deploráveis. O aluno é avisado, se volta a abusar simplesmente sai e assim só se prejudica a si próprio, e não aos outros todos. Prejudica-se na matéria que não vai aprender e prejudica-se no número de faltas injustificadas, e possivelmente com processo disciplinar. Mas entretanto, deixa os outros ter a aula...
Mais do que autoridade, falta aos professores credibilidade perante os alunos. Quando há professores que avisam três ou quatro vezes numa aula que mandam o aluno para a rua e nunca o fazem, os alunos deixam de acreditar.
O ir para a rua devia ser o normal para alunos que estão a prejudicar o decorrer da aula, e isto sem nenhum drama. O aluno prejudica, o aluno sai, a aula continua.
Mandar o aluno para a rua é muito mais lógico do que tirar-lhe o telemóvel ou outros métodos que vão, em vez de devolver serenidade à aula, aumentam a tensão.
Eu sei que nos dias de hoje isto vai soar demasiado politicamente correcto para a ditadura do politicamente incorrecto que se instaurou na blogosfera. Vai parecer que eu estou a fazer o jogo do "coitadinha da aluna, que a culpa é da sociedade". Não. A aluna tem culpa e deve ser punida, isso nunca esteve em causa. O que eu estou a dizer é que, se a professora a tivesse mandado para a rua, em vez de lhe tirar o telemóvel, tudo isto se tinha evitado.
E quantas aulas "perdidas" não seriam "perdidas" se houvesse menos burocracia e mais vontade de expulsar da aula quem a perturba...
P.S.: A professora em causa estava numa situação de stress, onde já era difícil agir racionalmente e mandar saír a aluna. O problema é quando temos professores e muita opinião pública e publicada, em sangue frio, a aplaudir a professora. Ou seja, temos muitos professores que numa situação daquelas fariam o mesmo, em vez de mandar a aluna para a rua... é disso que o post trata.
Eu acho que os professores deviam usar mais frequentemente o mandar para a rua como método de evitar estas cenas deploráveis. O aluno é avisado, se volta a abusar simplesmente sai e assim só se prejudica a si próprio, e não aos outros todos. Prejudica-se na matéria que não vai aprender e prejudica-se no número de faltas injustificadas, e possivelmente com processo disciplinar. Mas entretanto, deixa os outros ter a aula...
Mais do que autoridade, falta aos professores credibilidade perante os alunos. Quando há professores que avisam três ou quatro vezes numa aula que mandam o aluno para a rua e nunca o fazem, os alunos deixam de acreditar.
O ir para a rua devia ser o normal para alunos que estão a prejudicar o decorrer da aula, e isto sem nenhum drama. O aluno prejudica, o aluno sai, a aula continua.
Mandar o aluno para a rua é muito mais lógico do que tirar-lhe o telemóvel ou outros métodos que vão, em vez de devolver serenidade à aula, aumentam a tensão.
Eu sei que nos dias de hoje isto vai soar demasiado politicamente correcto para a ditadura do politicamente incorrecto que se instaurou na blogosfera. Vai parecer que eu estou a fazer o jogo do "coitadinha da aluna, que a culpa é da sociedade". Não. A aluna tem culpa e deve ser punida, isso nunca esteve em causa. O que eu estou a dizer é que, se a professora a tivesse mandado para a rua, em vez de lhe tirar o telemóvel, tudo isto se tinha evitado.
E quantas aulas "perdidas" não seriam "perdidas" se houvesse menos burocracia e mais vontade de expulsar da aula quem a perturba...
P.S.: A professora em causa estava numa situação de stress, onde já era difícil agir racionalmente e mandar saír a aluna. O problema é quando temos professores e muita opinião pública e publicada, em sangue frio, a aplaudir a professora. Ou seja, temos muitos professores que numa situação daquelas fariam o mesmo, em vez de mandar a aluna para a rua... é disso que o post trata.
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