quarta-feira, março 12, 2008

Afinal serviu para alguma coisa...

"Governo admite "soluções flexíveis" na avaliação dos professores e "correcções" ao modelo"

7 comentários:

um das artes disse...

ESPEREMOS PELA REUNIÃO DE SEXTA-FEIRA...

Range-o-Dente disse...

Então? A tal especialidade sindical em matéria de furos na lei já deu frutos?

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Range-o-Dente disse...

Baldassare:
"[Os sindicatos] São os mais burocratas, logo são os que conseguem achar falhas numa lei injusta.

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baldassare disse...

E a acção dos "movimentos"? Deu: quando veio no telejornal que o gajo do MPR admitiu que tinha mentido quando disse que um inspector lhe dissera para não dar negativas, várias pessoas passaram a desconfiar da veracidade das afirmações dos professores quando descrevem o ambiente causado por estas políticas ou as consequências na qualidade de ensino... De resto não estou a ver assim nada...

As falhas não deitam uma lei abaixo, tem razão. Mas descridibilizam quem as faz e podem ajudar ao combate contra estas leis... Penso que é justo dizer que a Fenprof e a FNE (e os outros...) têm feito um bom trabalho junto do ME e da opinião pública, que pode resultar em algumas limagens à lei que vão beneficiar os professores e o ensino.
O problema está na inflexibilidade do Governo, mas mesmo assim está a flexibilizar-se. Porque sabe que se não o fizesse, partia, muito por causa da manifestação de sábado e do descontentamento geral.

Range-o-Dente disse...

"Mas descridibilizam quem as faz"

Isso seria sinal que elas teriam ainda crédito. Quando uma funciona à primeira, deitam-se foguetes.

A nossa legislação, feita por advogados, é uma carnificina legal. E há quem queira afastar os advogados do processo.

Range-o-Dente disse...

Eu estou convencido que se trata de um recuo calculado. Exige-se 150 para 'ceder' para 100.

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baldassare disse...

"Eu estou convencido que se trata de um recuo calculado. Exige-se 150 para 'ceder' para 100."

É bem possível.